16/08/2012

Sapatos biodegradáveis inspirados nos indígenas


Buscando inspiração nos indígenas que pintam a sola de seus pés com látex natural para caminhar pela floresta, foi lançado recentemente na Espanha um calçado biodegradável que ganhou o nome de 01M OneMoment. O modelo é multifuncional, confortável e se assemelha a uma meia de borracha bem fina.
A empresa 01M chama atenção ao detalhe desse ser o sapato mais leve do mundo e ainda ressalta a importância da sensação de caminhar naturalmente. O calçado biodegradável é feito com materiais reutilizáveis e polímero, que é super resistente e aumenta a durabilidade do sapato. O modelo além de confortável, deixa os pés ventilarem unindo o útil ao agradável. Imagina se essa moda pega por aqui? Você usaria?

Fonte: Greenvana

15/08/2012

Como montar uma horta vertical em apartamento


Manter uma horta em casa e ter facilmente à mão hortaliças e temperos frescos pode deixar as suas receitas muito mais saborosas. E mesmo quem mora emapartamento tem a possibilidade de garantir essa praticidade na hora de cozinhar. Com as hortas verticais, o problema da falta de espaço pode ser deixado de lado, e a decoração da casa fica ainda mais apetitosa.

Divulgação / Horta Vertical
Canteiros de alumínio da loja Horta Vertical.
O arquiteto Gabriel Hoberrek explica que é possível montar uma horta desse tipo em qualquer parede da casa, desde que a fixação da estrutura seja adequada. Quando desenvolve seus projetos, o profissional utiliza dois sistemas bastante simples: o primeiro é na forma de estante (de madeira ou ferro), com prateleiras vazadas e inclinadas até cerca de 30 graus. A sua profundidade deve ser de 20 a 30 cm, com um afastamento de 5 cm da parede, para garantir uma boa ventilação. A altura entre as prateleiras pode ser de 50 a 60 cm. “Nelas podemos colocar vasos plásticos, garrafas PET, embalagens de leite ou coadores de alumínio para massa, que dão um efeito bem interessante”, explica.

Outra maneira de se montar uma horta vertical é utilizar uma treliça de alumínio, madeira ou ferro. “Uso ganchinhos metálicos para prender os vasos, deixando-os suspensos”, orienta o arquiteto. O local precisa ter iluminação adequada (de no mínimo seis horas por dia) e, de preferência, com o sol da manhã. “A horta deve ser colocada, preferencialmente, em locais externos para se garantir uma boa ventilação”, afirma Hoberrek. 

Cultivo em vasos
Veja um passo a passo da engenheira agrônoma Jana Koefender para o cultivo de ervas e hortaliças em vasos:

1. Escolha o tipo de vaso
“Se for de cerâmica ou de cimento, será necessário impermeabilizar com piche e deixar secar por alguns dias”, informa Jana. 

2. Cuidados com a drenagem
Para permitir a drenagem, coloque no fundo do recipiente materiais como pedaços de tijolos, telhas ou brita. Em cima de tudo, ponha uma camada de areia. 

3. Prepare a terra
Coloque uma mistura de substrato preparado ou comercial, que é facilmente encontrado em lojas. Para fazer em casa esse substrato, misture cinco partes de um composto orgânico – que também pode ser húmus de minhoca – uma parte de adubo animal curtido (esterco) e uma parte de areia. Caso você não queira fazer uma horta orgânica, adicione adubos granulados com NPK. Se você utilizar substrato comercial, no momento de repor, use o composto orgânico ou o que contém NPK. 

4. Faça a semeadura ou transplante as mudas
Logo depois, irrigue os vasos. 

Confira algumas plantas com raízes curtas, ideais para vasos: 
- cebolinha
- salsa
- coentro
- alface
- pimentão
- tomate-cereja
- morango
- couve-folha
- rúcula
- alecrim
- sálvia
- orégano
- manjericão
- calêndula 

Caso o espaço disponível no seu apartamento receba pouca luz (somente três ou quatro horas, por exemplo), você também pode plantar algumas espécies, mas elas crescerão com menos qualidade, conforme explica Jana. Confira algumas opções: 

- hortelã
- capuchinha
- tomilho
- salsa
- cebolinha

Divulgação / Meu Móvel de Madeira
Este Jardim Vertical, da Meu Móvel de Madeira, também pode ser utilizado para cultivo de hortaliças e temperos.
Fonte: Pense Imóveis

13/08/2012

Como reaproveitar relógios antigos

Se você não quer perder aquele relógio que é bonito, mas que deixou de funcionar, faça o seguinte: coloque a foto de uma pessoa querida. Pode ser de um filho, mãe, namorada... Assim você não perderá o relógio e ainda tem aquela pessoa querida sempre por perto - no relógio, rsrrss

12/08/2012

Ideias de brinquedos reciclados??

Joaninhas feitas com caixas de ovos

Cobra de copinhos descartaveis

Caixa de leite, tampinhas...

Que tal chamar esse DJ para animar a sua festa????

Reciclando as embalagens de produtos de limpeza [1]


Reciclando as embalagens de produtos de limpeza [2] 
Reciclando as embalagens de produtos de limpeza [3]  Faça um iglú
Reciclando embalagens de produtos de limpeza [4]

As garrafas foram pintadas com tinta spray prata, o fogo pode ser tecido ou papel crepom
Esse é só de embalagens do Mc Donald's
As imagens foram retiradas de diversos sítios da internet. Infelizmente não consegui salvar os links de todos, então se você for o autor de alguma dessas criações é só me enviar um e-mail que incluirei a autoria.

Como reaproveitar pneus?




























29/07/2012

Como fazer sabão líquido com óleo de cozinha usado


Ferramentas e materiais
·          1 garrafa PET limpa
·          1 litro de água fervendo
·          1 litro de álcool comum (não pode ser gel)
·          1/2 kg de soda cáustica em escama
·          20 litros de água morna (em temperatura ambiente)
·          3 litros de óleo de cozinha usado

Em um recipiente de plástico grande, despeje o oléo, a soda cáustica, o álcool e a água fervendo. Mexa por 4 minutos. Deixe descansar por 1 hora e meia e despeje a água morna. Misture bem e deixe até o dia seguinte para que se dissolva. 
No dia seguinte, mexa bem até que esteja homogêneo e só então despejar em garrafas pet para armazenar. Pronto! Seu sabão líquido está perfeito para uso. 

Observação: muito cuidado ao mexer com a soda cáustica, use luvas, máscara e proteja os olhos e não deixe crianças por perto.

Fonte: Dity

20/07/2012

Canadense de 16 anos cria sistema que decompõe plástico em 3 meses


O plástico é um dos grandes vilões da natureza. No entanto, no que depender do jovem canadense Daniel Burd, de apenas 16 anos, o impacto deste resíduo pode ser bem menor, já que ele desenvolveu uma alternativa para decompor as sacolas plásticas em apenas três meses.
A experiência foi fruto de um trabalho escolar, em que Burd encontrou microorganismos naturais capazes de acelerar consideravelmente o processo de decomposição natural do plástico. Após muitas pesquisas, o jovem apostou na combinação entre as bactériasSphingomonas e Pseudomonas.
O experimento apresentou resultados muito positivos em termos ambientais. Em apenas seis semanas 43% do material já havia sido decomposto, com a liberação apenas de água e de baixa quantidade de dióxido de carbono. Segundo o garoto, o sistema é barato, eficiente e facilmente aplicável em nível industrial.
O sistema é simples e é justamente esse o ponto alto da invenção, pois permite que ele seja eficiente sem a necessidade de grandes aparatos tecnológicos ou investimentos financeiros. “Tudo o que você precisa é de um fermentador, de seus micróbios e de sacolas plásticas”, explicou Burd.
A cada ano são produzidos mundialmente uma média de 500 bilhões de sacos plásticos, que são responsáveis pelo uso de 1,6 bilhão de barris de petróleo e um estrago ambiental sem medidas. A estimativa das Nações Unidas é de que existam 46 mil peças de plástico espalhadas somente pelos oceanos, representando um perigo constante às espécies marinhas. Com informações do Inhabitat.

Fonte: Ciclo Vivo

18/07/2012

Tetra Pak recicla caixas de leite e gera empregos


No rol das empresas pioneiras em reaproveitamento de resíduos está a fabricante de embalagens Tetra Pak, que tem fábrica em Ponta Grossa (Campos Gerais). Ela agrega 32 empresas parceiras no processo de reciclagem do papel, plástico e alumínio proveniente de suas embalagens longa vida, além de 800 catadores de material reciclável e cerca de 600 cooperativas e associações de reciclagem em todo o Brasil.
“Trabalhamos no desenvolvimento de tecnologias que viabilizem a reciclagem e no fomento da cadeia de coleta dessas embalagens”, explica Fernando Von Zuben, diretor de Meio Ambiente da Tetra Pak
Em 2011, a empresa produziu 6,8 bilhões de embalagens. Apesar do potencial de reciclagem de 100%, o volume reaproveitado atingiu apenas 27%, o equivalente a 59 mil toneladas. De acordo com Von Zuben, no fim da cadeia produtiva, isso representa um volume estimado em R$ 80 milhões. “Se a reciclagem contemplasse 100% das embalagens descartadas, os rendimentos poderiam chegar, em média, a R$ 280 milhões”, estima Von Zuben.
No meio da cadeia de reaproveitamento está a Associação Unidos da Reciclagem (Assur), de Campo Largo (Região Metropolitana de Curitiba), que é parceira da Tetra Pak. Por mês são separadas, em média, duas toneladas de embalagens, vendidas a R$ 0,12 o quilo para a Dambrosio, uma recicladora de papel da capital.
Como as caixinhas não são prioridade da empresa, ela as agrupa em fardos e vende, com a ajuda da Tetra Pak, por R$ 0,24, para a unidade da Klabin em Piracicaba (SP), que faz a reciclagem do papel. “Parece muito, mas é pouco diante do volume que poderia ser reciclado. O problema é que já trabalhamos no limite da nossa capacidade”, diz Wanderleia Reis Lopes, presidente da associação, formada somente por mulheres.
O lucro com a separação das caixinhas dificilmente passa de R$ 1,5 mil, resultando em R$ 125 para cada associada. Somando outros materiais, como plástico, vidro e papéis, a Assur fatura cerca de R$ 5 mil por mês. “O custo de compra é insignificante para as empresas, mas o valor que elas conseguem extrair desses materiais é muito grande”, diz Wanderleia.
Potencial desperdiçado
Com uma média de 35%, o Paraná é o estado que mais recolhe embalagens longa vida, seguido de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. A parceria da Tetra Pak no estado inclui três empresas responsáveis pela reciclagem do papel e mais três empresas que processam o plástico e o alumínio, destinados à indústria de fabricação de telhas e outros produtos como vassouras e matérias de escritório.
De acordo com Von Zuben, o potencial de rentabilidade com a reciclagem de embalagens é grande, mas esbarra na falta de separação adequada por parte da população e na ausência de programas de coleta seletiva efetivos por parte dos municípios.
Reaproveitamento
Feitas de polietileno, papel e alumínio as embalagens longa têm potencial de reaproveitamento de 100%. Conheça o ciclo de vida de uma embalagem – da fabricação até a reciclagem.



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