"Como será no dia em que o último búfalo for dizimado, os cavalos selvagens domesticados, os secretos recantos das florestas invadidos pelo odor do suor de muitos homens e a visão das brilhantes colinas bloqueada por fios falantes? Onde está o matagal? Desapareceu. Onde está a águia? Desapareceu. O fim do viver e o início do sobreviver." Trecho da carta do cacique Seattle .
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26/05/2012
01/05/2012
04/04/2011
BP recebe autorização para continuar perfurações no Golfo do México
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| Coral em local afetado pelo vazamento de óleo. Alguém vê um coral? |
Segundo a publicação, a BP recebeu das autoridades americanas um acesso permanente às perfurações e se comprometeu a respeitar as regras de segurança, que são mais rígidas que as impostas depois da tragédia.
Segundo uma fonte ligada a BP, citada pela agência britânica Press Association, o grupo petroleiro “espera reiniciar as perfurações durante o verão [do hemisfério norte; é inverno no Brasil], quando for possível cumprir os critérios de regulamentação americanos”.
Procurada, a BP se recusou a fazer comentários.
Segundo o “Sunday Times”, o grupo será autorizado em um primeiro momento a manter ou aumentar a produção nos poços existentes, mas não poderá fazer a exploração.
Em março, o presidente da BP, o sueco Carl-Henric Svanberg, afirmou que o gigantesco vazamento no Golfo do México não era motivo para interromper as perfurações em águas profundas.
A catástrofe provocou a morte de 11 pessoas e jogou em três meses o equivalente a mais de quatro milhões de barris de petróleo no golfo do México, antes do fechamento do poço Macondo, que ficava a 1.500 metros de profundidade.
Nota da Editora:
A British Petroleum (BP) despejou 147 milhões de litros de petróleo no mar. O problema começou em 20 de abril de 2010, com uma explosão em uma das plataformas.
Segundo um estudo divulgado quarta-feira, 30 de Março de 2011, pelo menos cinco mil cetáceos (golfinhos e baleias) morreram após o desastre.
Eles lembram com tanto drama as 11 vítimas humanas desse desastre, mas sequer citaram nessa matéria as 5.000 vítimas fatais; cetáceos que perderam suas vidas devido a destruição de seu ambiente pelas mãos do homem.
O Serviço Geológico dos Estados Unidos afirmou que o derramamento de petróleo no Golfo do México é o pior da história do país, porém, um ano após essa catástrofe, as vítimas tanto humanas, quanto os 5.000 mamíferos marinhos, foram esquecidos.
O impacto ambiental desse desastre é incalculável e irreversível, no entanto, como sempre esse fato não parece ser relevante para a raça humana. O importante é lucrar…
Dra. Michelle Mori de Oliveira – Médica Veterinária responsável – ISSB
Fonte: Blogue Dos Voluntários
21/01/2011
Governo quer liberar este ano R$ 5,5 bilhões para prevenção de desastres
A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, disse nesta quinta-feira (20) que o governo pretende liberar neste ano para obras de contenção de encostas e drenagem R$ 5,5 bilhões previstos no orçamento da segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC 2.
| A presidente Dilma Rousseff coordena a primeira reunião do Fórum de Infraestrutura, no Palácio doPlanalto (Foto: Elza Fiúza/ABr) |
Belchior participou, com outros 16 ministros, da primeira reunião do Fórum de Infraestrutura, no Palácio do Planalto.
O programa também prevê R$ 10 bilhões para drenagem. Deste total, R$ 5 bilhões foram liberados no ano passado para obras que se iniciam em 2011. De acordo com a ministra, o restante deve ser disponibilizado em 2011, depois de uma seleção de projetos.
“Além do recurso de encosta, nós temos R$10 bilhões para drenagem, exatamente para evitar problemas de inundações. Selecionamos metade disso agora em 2010 para as obras serem iniciadas em 2011. Devemos fazer nova seleção para liberar os recursos tanto de encosta quanto de drenagem”, disse.
A ministra afirmou que vai pedir celeridade às prefeituras na elaboração de projetos para que as obras sejam concluídas antes do próximo verão. “Vamos atender primeiro onde o problema é mais grave. [...] A gente espera que os municípios acelerem os projetos para que as obras se iniciem no período da seca e já estejam prontas no próximo período de chuvas”, afirmou.
A ministra afirmou que vai pedir celeridade às prefeituras na elaboração de projetos para que as obras sejam concluídas antes do próximo verão. “Vamos atender primeiro onde o problema é mais grave. [...] A gente espera que os municípios acelerem os projetos para que as obras se iniciem no período da seca e já estejam prontas no próximo período de chuvas”, afirmou.
Cortes no Orçamento
A ministra voltou a dizer que o tamanho do corte no Orçamento de 2011 ainda não foi definido.
A ministra voltou a dizer que o tamanho do corte no Orçamento de 2011 ainda não foi definido.
"A última coisa que será cortada será o PAC, exatamente pelo fato de que consideramos o investimento fundamental para o país. Não temos o tamanho do orçamento portanto não há ainda uma [definição]", disse. Segundo ela, as obras já em andamento do PAC terão prioridade de recursos.
Reunião
A reunião do Fórum de Infraestrutura foi aberta com um discurso da presidente Dilma. O fórum é um dos quatro criados por ela na última reunião ministerial para monitorar o andamento de projetos do governo e melhorar a gestão dos gastos públicos. Além do Fórum de Infraestrutura, serão instalados os de Desenvolvimento Econômico, de Erradicação da Pobreza, e de Direito e Cidadania.
Fonte: G1A reunião do Fórum de Infraestrutura foi aberta com um discurso da presidente Dilma. O fórum é um dos quatro criados por ela na última reunião ministerial para monitorar o andamento de projetos do governo e melhorar a gestão dos gastos públicos. Além do Fórum de Infraestrutura, serão instalados os de Desenvolvimento Econômico, de Erradicação da Pobreza, e de Direito e Cidadania.
19/01/2011
Governo criará sistema de alerta contra desastres climáticos
Após tantos desastres em anos sucessivos, finalmente o governo decidiu criar um sistema de alerta contra desastres climáticos como o que o Brasil enfrenta agora.
Precisou de um desastre do tamanho do que ocorreu na região serrana do Rio (classificado como o 10º pior na história da humanidade pela ONU) para a atual presidente Dilma Roussef deciciu pela implantação de um sistema nacional de alerta e prevenção de desastres naturais, além da reestruturação da Defesa Civil em todo o país.
Segundo o próprio ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, a implantação de um sistema eficiente de alerta contra desastres como o ocorrido no Rio poderá levar até 4 anos, mas como já chegou ao Brasil um supercomputador para coleta de dados, que vai permitir maior precisão nas previsões meteorológicas já podemos "esperar respostas" no próximo verão. Mas ainda há etapas a serem cumpridas como a interligação da rede de radares e a compra de 700 novos radares meteorológicos.
Segundo Mercadante, levantamentos indicam que há hoje no país 800 áreas de risco (500 de deslizamento e 300 de inundação) envolvendo 5 milhões de pessoas. Os mapeamentos mais precisos são de Santa Catarina, de São Paulo e do Rio.
Para Fernando Bezerra Coelho, ministro da Integração Nacional, o sistema de Defesa Civil no país é falho e é necessário que se reorganize a rede. Atualmente apenas 1 em cada 5 cidades brasileiras possui uma defesa Civil.
Participaram da reunião, os ministros Mercadante, Cardozo, Jobem Bezerra, Alexandre Padilha (Saúde), Antônio Palocci (casa Civil), Helena Chagas (Comunicação Social), além de Carlos Nobre, do Inpe.
Fonte: Globo
14/01/2011
O Desastre Amazônico
O Presidente do IBAMA se demitiu ontem devido à pressão para autorizar a licença ambiental de um projeto que especialistas consideram um completo desastre ecológico: o Complexo Hidrelétrico de Belo Monte. A mega usina iria cavar um buraco maior que o Canal do Panamá no coração da Amazônia, alagando uma área imensa de floresta e expulsando milhares de indígenas da região. As empresas que irão lucrar com a barragem estão tentando atropelar as leis ambientais para começar as obras em poucas semanas.
A hidrelétrica iria inundar 100.000 hectares da floresta, impactar centenas de quilômetros do Rio Xingu e expulsar mais de 40.000 pessoas, incluindo comunidades indígenas de várias etnias que dependem do Xingu para sua sobrevivência. O projeto de R$30 bilhões é tão economicamente arriscado que o governo precisou usar fundos de pensão e financiamento público para pagar a maior parte do investimento. Apesar de ser a terceira maior hidrelétrica do mundo, ela seria a menos produtiva, gerando apenas 10% da sua capacidade no período da seca, de julho a outubro.
Os defensores da barragem justificam o projeto dizendo que ele irá suprir as demandas de energia do Brasil. Porém, uma fonte de energia muito maior, mais ecológica e barata está disponível: a eficiência energética.
A mudança de Presidência do IBAMA poderá abrir caminho para a concessão da licença – ou, se nós nos manifestarmos urgentemente, poderá marcar uma virada nesta história. Vamos aproveitar a oportunidade para dar uma escolha para a Presidente Dilma no seu pouco tempo de Presidência: chegou a hora de colocar as pessoas e o planeta em primeiro lugar. Assine a petição de emergência para Dilma parar Belo Monte – ela será entregue em Brasília, quando conseguirmos 150.000 assinaturas:
https://secure.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?vl
Eletronorte, empresa que mais irá lucrar com Belo Monte, está demandando que o IBAMA libere a licença ambiental para começar as obras mesmo com o projeto apresentando graves irregularidades.
Um estudo do WWF demonstra que somente a eficiência poderia economizar o equivalente a 14 Belo Montes até 2020. Todos se beneficiariam de um planejamento genuinamente verde, ao invés de poucas empresas e empreiteiras. Porém, são as empreiteiras que contratam lobistas e tem força política – a não ser claro, que um número suficiente de nós da sociedade, nos dispormos a erguer nossas vozes e nos mobilizar.
Abelardo Bayama Azevedo, que renunciou à Presidência do IBAMA, não é a primeira renúncia causada pela pressão para construir Belo Monte. Seu antecessor, Roberto Messias, também renunciou pelo mesmo motivo ano passado, e a própria Marina Silva também renunciou ao Ministério do Meio Ambiente por desafiar Belo Monte.
A construção de Belo Monte pode começar ainda em fevereiro.O Ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, diz que a próxima licença será aprovada em breve, portanto temos pouco tempo para parar Belo Monte antes que as escavadeiras comecem a trabalhar. Vamos desafiar a Dilma no seu primeiro mês na presidência, com um chamado ensurdecedor para ela fazer a coisa certa: parar Belo Monte, assine agora
Fonte: Avaaz
A hidrelétrica iria inundar 100.000 hectares da floresta, impactar centenas de quilômetros do Rio Xingu e expulsar mais de 40.000 pessoas, incluindo comunidades indígenas de várias etnias que dependem do Xingu para sua sobrevivência. O projeto de R$30 bilhões é tão economicamente arriscado que o governo precisou usar fundos de pensão e financiamento público para pagar a maior parte do investimento. Apesar de ser a terceira maior hidrelétrica do mundo, ela seria a menos produtiva, gerando apenas 10% da sua capacidade no período da seca, de julho a outubro.
Os defensores da barragem justificam o projeto dizendo que ele irá suprir as demandas de energia do Brasil. Porém, uma fonte de energia muito maior, mais ecológica e barata está disponível: a eficiência energética.
A mudança de Presidência do IBAMA poderá abrir caminho para a concessão da licença – ou, se nós nos manifestarmos urgentemente, poderá marcar uma virada nesta história. Vamos aproveitar a oportunidade para dar uma escolha para a Presidente Dilma no seu pouco tempo de Presidência: chegou a hora de colocar as pessoas e o planeta em primeiro lugar. Assine a petição de emergência para Dilma parar Belo Monte – ela será entregue em Brasília, quando conseguirmos 150.000 assinaturas:
https://secure.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?vl
Eletronorte, empresa que mais irá lucrar com Belo Monte, está demandando que o IBAMA libere a licença ambiental para começar as obras mesmo com o projeto apresentando graves irregularidades.
Um estudo do WWF demonstra que somente a eficiência poderia economizar o equivalente a 14 Belo Montes até 2020. Todos se beneficiariam de um planejamento genuinamente verde, ao invés de poucas empresas e empreiteiras. Porém, são as empreiteiras que contratam lobistas e tem força política – a não ser claro, que um número suficiente de nós da sociedade, nos dispormos a erguer nossas vozes e nos mobilizar.
Abelardo Bayama Azevedo, que renunciou à Presidência do IBAMA, não é a primeira renúncia causada pela pressão para construir Belo Monte. Seu antecessor, Roberto Messias, também renunciou pelo mesmo motivo ano passado, e a própria Marina Silva também renunciou ao Ministério do Meio Ambiente por desafiar Belo Monte.
A construção de Belo Monte pode começar ainda em fevereiro.O Ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, diz que a próxima licença será aprovada em breve, portanto temos pouco tempo para parar Belo Monte antes que as escavadeiras comecem a trabalhar. Vamos desafiar a Dilma no seu primeiro mês na presidência, com um chamado ensurdecedor para ela fazer a coisa certa: parar Belo Monte, assine agora
Fonte: Avaaz
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